No final de março, o serviço de distribuição de TV por cabo representava 40,2% do total de assinantes, enquanto o xDSL representava 22,3%. A fibra ótica (FTTH/B) já representa perto de 20% do total de assinantes, sendo a tecnologia que mais tem vindo a crescer. O DTH era utilizado por 17,7% do total de assinantes.
Estima-se que cerca de 84,5% dos assinantes do serviço de televisão por subscrição dispunham deste serviço integrado em pacote. O número de assinantes com o serviço de TV por subscrição integrado num pacote aumentou 2,8% no 1.º trimestre.
No que respeita a quotas de clientes, o Grupo NOS detinha a quota mais elevada de assinantes de TV por subscrição (43,9%), seguindo-se a MEO, a Vodafone e a Cabovisão com quotas de 41,7%, 8,2% e 5,9%, respetivamente. A Vodafone foi o prestador que, em termos líquidos, mais assinantes captou no período em análise.

As receitas totais do serviço de TV por subscrição (stand-alone e pacotes que englobam este serviço) totalizaram 406 milhões de euros no primeiro trimestre de 2015, sendo que os pacotes triple/quadruple/quintuple play foram o principal driver do crescimento da receita.
A receita média mensal dos pacotes que englobam o serviço de TV por subscrição foi de 40,9 euros no 1.º trimestre.
No final de março, cerca de 17,9% dos lares com televisão paga tinham acesso a canaispremium (menos 0,7 pontos percentuais face ao trimestre anterior), enquanto 68% dispunham de mais de 80 canais (um aumento de 6,8 pontos percentuais em termos homólogos) – dados do Barómetro de Telecomunicações da Marktest.
De acordo com a mesma fonte, o nível de utilização das funcionalidades do serviço de TV paga continua a aumentar. Cerca de 67% dos utilizadores utilizaram pelo menos uma das funcionalidades do serviço. Cerca de 53% utilizaram as gravações automáticas, 48% utilizaram o guia de programação e 40% usaram o serviço pausa TV. O videoclube/vídeo on demand foi utilizado por cerca de 15% dos assinantes.
Via Anacom
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