Alguns elementos da Polícia Judiciária estão nas instalações da PT por causa de negócio da RioForte, de acordo com o Observador.
Alguns elementos da Polícia Judiciária estão nas instalações da PT por causa de negócio da RioForte, de acordo com o Observador.
Alguns elementos da Polícia Judiciária estão a fazer buscas na sede da Portugal Telecom (PT), em Picoas, Lisboa. De acordo com o que o Observador conseguiu apurar, está em causa o investimento feito na RioForte, a holding do Grupo Espírito Santo, onde a PT investiu 897 milhões de euros em papel comercial.
A Portugal Telecom investiu 897 milhões de euros em papel comercial do Grupo Espírito Santo em abril, uma aplicação que viria a não ser reembolsada no vencimento, em julho, o que levaria à revisão das condições da fusão entre a Portugal Telecom e a brasileira Oi.
Já terá sido concluída a auditoria feita pela consultora PriceWaterhouseCoopers (PwC) a este investimento, mas esta ainda não foi entregue à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Segundo o Expresso de sábado, dia 3 de janeiro, a auditoria contém acusações graves a ex-administradores da Portugal Telecom. A auditoria abarca todos os investimentos feitos pela operadora de telecomunicações nas empresas do Grupo Espírito Santo desde o ano de 2000.
No dia 12 de janeiro será realizada uma assembleia-geral de acionistas em que será votada a venda da PT Portugal aos franceses da Altice, acordada entre a empresa francesa e o conselho de administração da Oi. A poucos dias desta assembleia-geral, o regulador do mercado já pediu por escrito e pessoalmente à PT SGPS, liderada por João Mello Franco, que lhe fosse entregue a versão final do documento, escreveu o Expresso no sábado. Segundo o jornal, é a PT SGPS que está a atrasar a publicação do documento, até porque a versão final já foi apresentada numa reunião do conselho de administração (da PT SGPS) de 27 de novembro.
Via Observador
Comentários recentes