Os utilizadores da Áustria foram os mais atacados pelos Trojans bancários, com 5% de todos os utilizadores. Singapura, o líder do último trimestre, baixa para a segunda posição (4,2%); e a Turquia, com 3% dos utilizadores, posiciona-se no terceiro lugar.
Do malware utilizado para atacar os utilizadores da banca online, o Trojan-Downloader.Win32.Upatre foi o mais frequente, sendo detetado em 63,1% de todos os ataques.
Os números do terceiro trimestre:
- As soluções da Kaspersky Lab detetaram e bloquearam um total de 235.4 milhões de ataques maliciosos em todo o mundo, menos 38% que no trimestre anterior.
- Um total de 75,4 milhões de URLs únicas foram reconhecidas como maliciosas pelo antivírus, mais 16% que no segundo trimestre.
- A Kaspersky Lab detetou 38,2 milhões de objetos maliciosos únicos: scripts, exploits, ficheiros executáveis, etc., mais 46,9% que no Q2.
- O antivírus para ficheiros da Kaspersky Lab detetou um total de 145 milhões de objetos maliciosos únicos e potencialmente não desejados.

Ciberataques dirigidos
Neste período, a Equipo Global de Investigação e Análise da Kaspersky Lab (GReAT) investigou uma série de campanhas de ciberespionagem muito sofisticadas. Entre outras, destaca-se a análise ao grupo Turla, que faz uso das comunicações por satélite para gerir o tráfego dos seus servidores de comando e controlo; a APT Darkhotel, que se infiltra em redes Wi-Fi de hotéis para implantar backdoors nos equipamentos dos hóspedes; ou a APT Blue Termite, que se centra no roubo de informação de organizações no Japão.
A Kaspersky Lab também fez parte de uma investigação conjunta com a Unidade Nacional da Holanda de Delitos de Alta Tecnologia (NHTCU) e com a Panda Security, cujo resultado foi a detenção de dois suspeitos, que se crê estarem envolvidos nos ataques de ransomware CoinVault.
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