Em 2018, o número de colaboradores móveis no território nacional deverá ser superior a 2,8 milhões de pessoas (de 64% da população ativa no território nacional), o que corresponde a uma taxa de crescimento anual média de 6,7% neste período.
Em 2018, o número de colaboradores móveis no território nacional deverá ser superior a 2,8 milhões de pessoas (de 64% da população ativa no território nacional), o que corresponde a uma taxa de crescimento anual média de 6,7% neste período.
A IDC, empresa líder mundial na área de Market Intelligence, serviços de consultoria e organização de eventos para os mercados das Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Eletrónica de Consumo, com o apoio da Sage, publicou hoje no microsite do Mobilie Enterprise Applications, o estudo “Mobile Enterprise Applications in Portugal”.
No ano passado, e de acordo com estimativas da IDC, o número de trabalhadores móveis no território nacional ultrapassava dois milhões de pessoas, equivalente a 48% da população ativa em Portugal. As perspectivas de crescimento acompanham a realidade internacional. Assim, em 2018, o número de colaboradores móveis no território nacional deverá ser superior a 2,8 milhões de pessoas, o que corresponde a uma taxa de crescimento anual média de 6,7% neste período. E, esta realidade representará, nessa altura, cerca de 64% da população ativa no território nacional.
Neste contexto, os resultados deste estudo indicam que a generalidade dos responsáveis de negócio e de TI estão conscientes que as soluções de mobilidade são fatores críticos para: aumentar a produtividade dos colaboradores, melhorar a experiência e formas de relacionamento com clientes e parceiros, e inovar os modelos de negócio. Contudo, este estudo evidencia também que grande parte das organizações nacionais ainda não investiram o suficiente na implementação de processos de gestão, de tecnologias e de um conjunto de competências que são necessárias para alcançar a generalidade dos objetivos relacionados com a mobilidade.
O estudo permitiu a recolha de dados relativamente à maturidade da Mobilidade Corporativa no território nacional por sector económico. À semelhança do que acontece na Europa Ocidental, os dados recolhidos evidenciam duas fases de adoção em Portugal. As organizações que incorporaram a mobilidade nas suas estratégias de negócio e TI há cerca de 5-6 anos conseguem hoje criar valor para o negócio (os sectores das telecomunicações e financeiros são os mais maduros em Portugal), enquanto as que iniciaram este caminho há cerca de 1 ou 2 anos estão nas fases iniciais deste modelo (a Administração Pública, Serviços e indústria são os domínios menos desenvolvidos).
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