Empresas portuguesas sem orçamento para definir estratégias de segurança

A IDC e a Cisco anunciaram os principais resultados do estudo de segurança levado a cabo junto de mais de 200 empresas do Mercado português e que revela que as organizações nacionais gastaram em media 12% do seu orçamento de TIC em segurança no ano passado, independentemente da sua dimensão.


Empresas portuguesas sem orçamento para definir estratégias de segurança

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1 Resposta

  1. Joao 2348 diz:

    É necessária muita formação, visão, intuição… enfim, verdadeira capacidade para tal.
    Quanto a equipamento… não parece existir equipamento e programas que não traga ele mesmo vulnerabilidades, muitas vezes propositadas para que sabe-se lá quem consiga interceptar e aceder aos dados todos.
    Logo é normal que por um lado uns não queiram saber, e outros não consigam arranjar uma solução totalmente satisfatória.
    E ter pessoas realmente competentes é praticamente impossível de destingir de completos incompetentes (que até podem saber falar em IDSs e em tabelas em firewalls), nestas áreas da informática a não ser que o próprio perceba a sério do assunto… de resto tem de se fiar que só pelo facto de a coisa funcionar é porque até deve perceber…. o que não invalida que possam andar a furtar tudo das suas redes e a colocar coisas malignas na mesma.
    Mas é preciso ver que as empresas não querem muitas vezes sequer gastar dinheiro! Se sobrar mais dinheiro, podem encher o tanque de combustível do BMW, Mercedez, etc. mais duas ou três vezes nesse mês, e é só isso que interessa. Algumas pensam que basta pagar a terceiros para fazer a assistência técnica… mas que na maior parte das vezes fazem um péssimo trabalho, porque não querem saber, ou são pressionados para fazer o mínimo possível para dar assistência a muitos!

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