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Empresas portuguesas: 1 em cada 4 já foi atacada

O risco cibernético é já uma das maiores ameaças para as empresas em Portugal e no Mundo, tendo um impacto económico superior a 20% em perda de receitas, de clientes e oportunidades de negócio. O fenómeno tem vindo a crescer de forma acelerada a nível mundial, tendo em Portugal afetado uma em cada quatro empresas no último ano.


60% dos ataques ao Android têm como objectivo roubar dinheiro

De acordo com os resultados do relatório “Ciberameaças móveis“, elaborado pela Kaspersky Lab e pela INTERPOL, entre agosto de 2013 e Julho de 2014, 60% dos ataques registados por produtos de segurança da Kaspersky Lab tinham como objectivo roubar o dinheiro dos utilizadores de dispositivos Android. Os cibercriminosos dirigiam os seus ataques, maioritariamente, contra utilizadores da Rússia, embora a Ucrânia, a Espanha, o Reino Unido, Vietname, Malásia, Alemanha, India e França também constem da lista dos países mais atacados.


Smartphones são cada vez mais o alvo dos hackers

Com o crescimento exponencial do segmento dos dispositivos móveis, os hackers viram aqui uma oportunidade “fácil” de atacar utilizadores. Além do número elevado de utilizadores que usam dispositivos móveis, há também o factor “ingenuidade”, algo que é muita das vezes aproveitado pelos piratas informáticos.

De acordo com um estudo internacional, o número de ataques a dispositivos móveis cresceu cerca de seis vezes no último ano.


Saiba como hackers usam os funcionários para atacar empresas

Actualmente os funcionários das empresas são os alvos preferenciais dos hackers para os ataques cibernéticos. Com este artigo vamos mostrar-lhe de uma forma simples as cinco formas mais utilizadas pelos cibercriminosos para invadir a rede da sua empresa, acedendo assim às suas informações mais sensíveis.

A verdade é que nenhuma empresa quer imaginar o facto dos dados dos seus clientes, as suas infraestruturas e até mesmo a sua rede serem alvo de ataques cibernéticos, quer seja por organizações criminosas ou mesmo por espionagem governamental. Mas sabe os pontos por onde se desencadeiam os ataques?