Um homem de 19 anos residente em Stockton-on-Tees no Reino Unido foi condenado a 12 meses de prisão em regime de liberdade condicional, depois de se ter declarado culpado por uma série de ataques DNS aos serviços governamentais da Metropolitan Police.
Jordan Lee Jones, confirmou perante o tribunal que foi o autor de quatro dos ataques efectuados contra esta instituição, violando assim a lei Computer Mususe Act criada pelo governo britânico em 1990.

Depois de se ter declarado culpado, esta quarta-feira um juiz no Teeside Magistrates Court, conclui que o rapaz agiu como parte de um grupo que incentivou a actividade maliciosa, tendo entretanto mudado os seus hábitos, aplicando a sentença com base nestas duas premissas, sentença que poderia condenar este jovem a um máximo de 10 anos de prisão efectiva.
“A razão pela qual o juiz decidiu libertar-me, em parte, foi porque desde a minha prisão, no ano passado eu fiz vários esforços para me redimir, trabalhando com diferentes organizações, ajudando a identificar falhas de segurança nos seus sistemas de segurança.”
Jordan Lee Jones
Jones escreveu um script em Python em Outubro de 2013, que em conjunto com ferramentas DDoS foi utilizado para enviar uma enorme quantidade de tráfego para o serviço governamental da Metropolitan Police. Além disto foi sugerido também que o jovem estaria a preparar um ataque de SQL Injection contra um banco de renome no Reino Unido e uma empresa de entretenimento, de forma a ter acesso aos seus sistemas. Acusação que caiu por terra, devido ao facto que Jones avisou as duas empresas das respectivas vulnerabilidades.
Normalmente, quem faz este tipo de ataques, dificilmente é encontrado, mas como estes cibercriminosos melhoram as suas habilidades, também as autoridades o têm feito, será que iremos ter mais casos destes no futuro?
Por Hugo Sousa para PPLWARE.COM
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