A LaserLeap, uma das mais recentes startups da Universidade de Coimbra, lançou hoje o seu primeiro produto no mercado: uma seringa que não pica uma vez que funciona através de laser.
A LaserLeap, uma das mais recentes startups da Universidade de Coimbra, lançou hoje o seu primeiro produto no mercado: uma seringa que não pica uma vez que funciona através de laser.
Foi este Sábado que foi apresentada oficialmente o projecto LaserLeap – A seringa portuguesa a laser. Fundada por um grupo de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), a LaserLeap Technologies é uma startup de base tecnológica incubada no Instituto Pedro Nunes (IPN).
Esta solução tem por base um ultra-som de elevada frequência que usa, por sua vez, um laser portátil para converter pulsações de luz em ondas de pressão. Estas ondas não provocam dor mas são capazes de mudar a estrutura da pele durante alguns minutos que é o tempo necessário para que os medicamentos e cosméticos penetrem, revela o Jornal de Negócios.
O responsável pelo projecto assegura que esta seringa, que é uma tecnologia de baixo custo, permite que se receba de forma eficiente “cosméticos e medicamentos através da pele, sem dor e sem irritação”.
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