A verdade nua e crua sobre a fatura eletrónica – Parte 1

A verdade nua e crua sobre a fatura eletrónica – Parte 1

Sempre que se ouve falar em fatura eletrónica apenas se mencionam as vantagens da sua utilização. Isto é, menos custos por transação, melhor integração, quase imediata, entre intervenientes, ciclos de pagamentos mais rápidos e a menor probabilidade de erro nos dados. Mas este cenário apresentado é o considerado ideal, para uma condição em que o projeto já está implementado.

A grande questão que se impõe é: o que acontece antes disso? Quais os desafios que podem surgir aquando da definição e implementação do projeto?


A verdade nua e crua sobre a fatura eletrónica – Parte 1

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1 Resposta

  1. Malicx diz:

    Para primeiro artigo está muito simples. Diria até demasiado.
    Por outro lado mistura dois conceitos, a fatura electrónica em si, que não é explicado de que se trata, ou o que pode ser considerado uma fatura electronica. O segundo conceito que trata da organização interna, pouco terá de relação com a fatura electronica.
    A organização interna e respectivo workflow de validação /aprovação é válida tanto para a fatura eletronica como para a fatura em papel ou, para complicar mais, para a fatura recebida em papel mas que circula internamente em formato digital.
    Vamos ver o que nos aguardam os restantes episódios, mas seria bom desde já descrever o que pode ser considerada uma fatura eletronica (não é o pdf que alguém mandou por mail, salvo se esse pdf estiver assinado digitalmente).

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