Desde Setembro de 2013, data em que a China decidiu lançar a Área de Livre Comércio em Xangai, que apenas era permitido a investidores estrangeiros serem detentores de 55% de uma empresa de comércio online a operar no país. O que significa, que qualquer investidor estrangeiro que quisesse ter uma empresa de comércio on-line no país teria de ter um parceiro nacional. Mas isso está prestes a mudar.

Actualmente esta Área de Livre Comércio alberga cerca de 12 mil empresas, onde 1677 dessas mesmas empresas são de capital estrangeiro. Onde o mercado mais lucrativo é o mercado do comércio online, podendo encontrar números que rondam os 330 milhões de compradores on-line e cerca de 910 mil milhões de dólares em volume comercial, tudo isto apurado em apenas 6 meses, no primeiro semestre de 2014.
Mas o que irá mudar afinal?
A partir de agora a China vai permitir aos investidores estrangeiros o controlo total das suas empresas de comércio on-line, sem existir qualquer tipo de parceria com qualquer empresa nacional, tendo sido esta noticia avançada pelo Ministério da Indústria e da Tecnologia da Informação da China através de um órgão de comunicação social estatal, a Xinhua News Agency.

Para além desta medida, o governo chinês está a pensar ainda em alargar a sua Área de Livre Comércio para mais três zonas comerciais, estando elas localizadas em Guangdong, Fujian e Tianjin.
Sem dúvida, que estas são boas notícias para as empresas de capital estrangeiro que estão a operar no país, como é o caso da Amazon que tem vindo a tentar lutar contra o domínio deste mercado na China por parte de empresas nacionais como a Alibaba e a JD.com.inc.
Por Hugo Sousa para EMPRESASHOJE.PT
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