Segundo informações que Xiaomi deixou na imprensa chinesa, quando se referem a “dispositivos distribuídos” estão a referir-se a smartphones fabricados, enviados para os armazéns da empresa em Pequim. Isto é importante porque para as marcas mais “tradicionais” neste segmento, tais como a HTC ou Samsung, referir que os dispositivos foram distribuídos é o mesmo que dizer que estão a ganhar pó nas prateleiras dos revendedores.
Como a Xiaomi vende os seus smartphones directamente aos consumidores e calibras a procura com base em resultados das suas vendas on-line semanais, há uma forte correlação entre a “transferências” e “vendas”.

Então se recorrermos à matemática e fizermos um pequeno cálculo, percebemos que a Xiaomi vendeu 26 milhões de smartphones no primeiro semestre de 2014 e 11 milhões de smartphones no primeiro trimestre de 2014. Isso significa, depois das declarações do seu mais alto responsável, que vendeu 15 milhões de smartphones no segundo trimestre. Partindo do princípio que tudo o que foi enviado foi vendido (novamente, partindo se uma suposição deduzida das palavras do CEO da marca), isto significa que a Xiaomi vendeu 18 milhões de aparelhos durante o período de três meses até Setembro.
Com estas vendas e aproximando-se uma época onde há um consumo maior e a Xiaomi tem dois eventos onde tem vendas recorde, como o Singles Day (onde a marca vende 200 mil unidades em 3 minutos ou 15 mil smartphones em 2 segundos), e o Natal. Assim a expectativa da empresa é vender um total de 60 milhões de dispositivosdurante o ano de 2014.
Mas as ambições não se ficam por este número. O presidente da empresa, Lin Bin, disse recentemente à publicação Nikkei Asian Review que espera vender 100 milhões de telefones em 2015.
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